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19/10/2016

Resumo/fichamento do livro "Indisciplina na escola: alternativas teóricas e práticas" (Julio Groppa Aquino)

   Confira no link abaixo resumo/fichamento do livro "Indisciplina na escola: alternativas teóricas e práticas, de Julio G. Aquino, obra comumente cobrada em concursos públicos e nos cursos de Pedagogia. 



08/09/2016

Gestão democrática da escola (Vídeo com Vitor Henrique Paro)

   Assista ao vídeo em que Vitor Henrique Paro esclarece o que entende por gestão democrática e outros conceitos relacionados à administração escolar. É um excelente material de estudo tanto para os que estão se preparando para os concursos públicos (educação) quanto para estudantes de Pedagogia. 


11/08/2016

Teoria das Inteligência Múltiplas (Howard Gardner)

   Assista ao vídeo abaixo acerca da Teoria das Inteligência Múltiplas e entenda um pouco mais como nosso cérebro funciona e como, nós seres HUMANOS, somos inteligentes cada um a sua maneira.


08/08/2016

A criança que não aprende (Univesp)

   O vídeo abaixo intitulado A criança que não aprende discute a concepção que alguns professores têm acerca do conceito de dificuldade de aprendizagem. Assista ao vídeo e confira as anotações sobre ele que disponibilizo a todos. 


Jardim de Infância

 Jardim de Infância anexo à Escola Normal Caetano de Campo - 06 de julho de 1938
Reprodução: http://hagopgaragem.com

03/08/2016

História das Constituições Brasileiras

   No vídeo abaixo Marco Antonio Villa apresenta o livro em que discute a história das Constituições brasileiras. Nós já estamos na nossa 7ª constituição. Confira e amplie seus conhecimentos e históricos acerca da nossa Lei maior!


01/08/2016

Correspondência entre o desenvolvimento da inteligência e o desenvolvimento segundo Jean Piaget

Elaborado de acordo com o texto La Taille, Yves. O lugar da interação social na concepção de Jean Piaget. In: _______. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo, Sammus, 1992. p. 11-21.

29/07/2016

O surgimento da Didática

   Conheça um pouco mais sobre o desenvolvimento histórico da Didática e seus principais teóricos mediante a leitura da apresentação em powerpoint que disponibilizo no link abaixo. 



28/07/2016

Diferença entre Distúrbios, transtornos, dificuldades e problemas de aprendizagem

Reprodução: http://www.coisademae.com
   Há diferença entre distúrbio, transtorno e dificuldade de aprendizagem? Ou podemos usá-los indiscriminadamente? Juliana Zantut Nutti ajuda-nos a refletir sobre essa problemática no artigo Distúrbios, transtornos, dificuldades e problemas de aprendizagem: algumas definições e teorias explicativas. Confira o texto completo no link abaixo.  



Roda dos Expostos da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo

Roda dos expostos
Fonte: Museu da Santa Casa de São Paulo
   "A Roda dos Expostos de são Paulo, foi instituída em 1825 pelo então Provedor da Irmandade, que era o primeiro Governador de São Paulo, Lucas Antonio Monteiro de Barros ( Visconde de Congonhas do Campo ). Era formada por um mecanismo simples: um cilindro de madeira, fechado de um dos lados e com pequena abertura do lado oposto, girando em torno de um eixo, com um sino. Sua finalidade era receber crianças abandonadas. 'Vidas a serviço da vida', este era o propósito principal da congregação de São José de Chambéry, as Irmãs de Caridade participaram ativamente no processo de assistência ao menor abandonado. Quando uma criança era depositada na roda e ela era girada, o sino tocava e uma irmã recolhia o bebê, que passava a ser de responsabilidade da Irmandade para cuidados, alimentação e educação. A Roda, devido ao código de menores e as leis de assistência e proteção a infância, determinou sua extinção, desativada em 1950, mas a Irmandade continuou recebendo crianças até 1960. No pedestal que suporta a roda, estão livros de registros com 4.696 crianças atendidas, além de nomes de amas de leite que as amamentaram" (Retirado do site do Museu: http://www.santacasasp.org.br). 

26/07/2016

Método Mútuo


Reprodução: https://historiadaeducacaobrasileira.wordpress.com
"A descrição de Francisco Larroyo torna bastante compreensível como o método de ensino mútuo se dava na prática: “os alunos de toda uma escola se dividem em grupos que ficam sob a direção imediata dos alunos mais adiantados, os quais instruem a seus colegas na leitura, escrita, cálculo e catecismo, do mesmo modo como foram ensinados pelo mestre horas antes. Estes alunos auxiliares se denominam monitores. Além dos monitores há na classe outro funcionário importante: o inspetor, que se encarrega de vigiar os monitores, de entregar a estes e deles recolher os utensílios de ensino, e de apontar ao professor os que devem ser premiados ou corrigidos. Um severo sistema de castigos e prêmios mantém a disciplina entre os alunos. O mestre se assemelha a um chefe de fábrica que tudo vigia e que intervém nos casos difíceis. Não dá lições senão a monitores e aos jovens que desejem converter-se em professores.” (Ribeiro, 2000, p. 46). Portanto, o método de ensino mútuo tem como característica principal o fato de utilizar os próprios alunos como auxiliares do professor. Dentre as condições materiais necessárias estão: a existência de um amplo espaço, um professor, com a ajuda dos alunos mais adiantados. Satisfeitas estas necessidades seria possível instruir até mil alunos em uma única escola. O tempo de aprendizagem das primeiras letras seria bastante abreviado pois os alunos estariam o tempo todo ocupados e vigiados pelos colegas. Essa economia de tempo representaria também uma economia de recursos econômicos, pois seriam necessários poucos professores. Além disso, seria possível instruir até mil alunos em uma única escola. O tempo de aprendizagem das primeiras letras seria bastante abreviado pois os alunos estariam o tempo todo ocupados e vigiados pelos colegas. Essa economia de tempo representaria também uma economia de recursos econômicos, pois seriam necessários poucos professores. Além disso, seria possível generalizar a instrução necessária às classes inferiores da sociedade" (Verbete elaborado por Ana Paula Seco).
Extraído com site http://www.histedbr.fe.unicamp.br/navegando/glossario/verb_c_metodo_lancaster.htm


21/07/2016

Escola Normal de São Paulo

Edifício contíguo à catedral da Sé
Fonte: Poliantéia comemorativa: 1846 - 1946
Primeiro centenário do ensino normal de São Paulo, s. d.
- Primeira sede da Escola Normal de São Paulo
Foto: reprodução http://lemad.fflch.usp.br/node/7398

20/07/2016

Apontamentos sobre a escolarização feminina paulista no século XIX

Comentário do texto: HISLDORF, Maria Lúcia Spedo. 2001. Construindo a escolaridade em São Paulo (1820-1840). In: VIDAL, Diana Gonçalves, PRADO, Maria Ligia C. (orgs). À margem dos 500 anos: reflexões irreverentes. São Paulo: EDUSP.

   Neste texto Maria Lúcia Spedo Hilsdorf discute temas da História da Educação paulista do início do século XIX ligados à reconstituição, por meio de registros escritos, “de uma sociedade ainda oralizada, de relação face to face, que foi envolvida em um movimento de lento, conflituoso, mas tentacular” (p. 186) de substituição das várias formas de educação praticadas, pela forma escolar.

Sede da Chácara dos Ingleses, onde a partir de 1825 funcionaria 
o Hospital da Santa Casa e o Seminário da Gloria. 
Aquarela de Edmond Pink, 1823
Reprodução: http://historiaehistoria.com.br
  Para Hilsdorf é possível acompanhar esse movimento de substituição a partir da recuperação do cotidiano do Seminário das Educandas, instituição criada em 1825 com a finalidade de abrigar e formar crianças pobres, órfãs de militares e, a partir de 1845, os expostos da Roda da Santa Casa (p. 192), nos seus primeiros anos, apresentando-o “como espaço de formação atravessado pelas expectativas conflitantes que o público (Estado e hierarquia eclesiástica iluminista) e privado (família e religiosidade popular) tinham acerca das mulheres e da sua educação” (p. 192).

   O Estado e a hierarquia eclesiástica, os criadores do Seminário, desejavam que as meninas aí abrigadas se tornassem mães e esposas pela educação e instrução. Para isso, indicavam no Estatuto que o diretor fosse pessoa temente a Deus, de vida exemplar, com conhecimentos necessários para ensinar a ler e escrever, fiar e coser. Para que o Estatuto fosse cumprido, faziam pressão junto aos diretores e regentes. Contudo, os relatórios apresentados mostravam que as exigências não eram cumpridas. Entre os anos de 1826 e 1827, por exemplo, as meninas aprenderam apenas ler, costurar, a amarrar pussá, engomar, bordar, fazer flores e crivo e fiar algodão, não atingiram, assim, segundo Hilsdorf, uma escolarização elementar (p. 197).

    Segundo a autora, essa fragilidade do ensino pode ser considerada como uma manifestação de uma sociedade oral, ligada ao componente ascético da devoção beata e popular, reprimida pelo governo ilustrado e pelo clero iluminista, porém incutido no cotidiano do Seminário (p. 198). Dona Eliziária Espínola, uma das primeiras diretoras, foi acusada, por exemplo, de dirigir o Seminário como se esse fosse um recolhimento, pois enclausurava as meninas, educava-as como se fossem religiosas. Em sua defesa, a referida diretora, afirmou apenas que assim agia devido a sua sensibilidade (Hilsdorf, p. 198) e deixou a direção da instituição.