Confira nos links abaixo o texto e seu resumo "O coordenador pedagógico e
a questão do registro" da bibliografia do concurso para Coordenador Pedagógico da SME - SP.
Aqui você encontrará resumos, simulados e provas anteriores das principais bancas. Tudo para estudar sem sair de casa!!!
Mostrando postagens com marcador Artigos/Pedagogia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Artigos/Pedagogia. Mostrar todas as postagens
08/07/2019
25/06/2019
ARTIGO "Para uma teoria da avaliação no domínio das aprendizagens" (DOMINGOS FERNANDES)
Este artigo faz parte da bibliografia do concurso de Coordenador Pedagógico da Secretaria Municipal de São Paulo.
Confira também o EDITAL DE ABERTURA do concurso!
28/05/2017
Livro "Pensamento e linguagem" - L. S. Vygotsky
Leia no link abaixo o livro Pensamento e linguagem escrito por L. S. Vygotsky ou baixe-o em seu computador.
19/10/2016
Resumo/fichamento do livro "Indisciplina na escola: alternativas teóricas e práticas" (Julio Groppa Aquino)
Confira no link abaixo resumo/fichamento do livro "Indisciplina na escola:
alternativas teóricas e práticas, de Julio G. Aquino, obra comumente cobrada em concursos públicos e nos cursos de Pedagogia.
28/09/2016
10/09/2016
Conheça um pouco mais sobre Danilo Gandin (Bibliografia Diretor de escola - Resolução 52)
Assista ao vídeo abaixo com Danilo Gandin, excelente para quem está se preparando para o concurso de Diretor de Escola da SEE/SP.
08/09/2016
Gestão democrática da escola (Vídeo com Vitor Henrique Paro)
Assista ao vídeo em que Vitor Henrique Paro esclarece o que entende por gestão democrática e outros conceitos relacionados à administração escolar. É um excelente material de estudo tanto para os que estão se preparando para os concursos públicos (educação) quanto para estudantes de Pedagogia.
11/08/2016
Teoria das Inteligência Múltiplas (Howard Gardner)
Assista ao vídeo abaixo acerca da Teoria das Inteligência Múltiplas e entenda um pouco mais como nosso cérebro funciona e como, nós seres HUMANOS, somos inteligentes cada um a sua maneira.
08/08/2016
A criança que não aprende (Univesp)
O vídeo abaixo intitulado A criança que não aprende discute a concepção que alguns professores têm acerca do conceito de dificuldade de aprendizagem. Assista ao vídeo e confira as anotações sobre ele que disponibilizo a todos.
Jardim de Infância
03/08/2016
História das Constituições Brasileiras
No vídeo abaixo Marco Antonio Villa apresenta o livro em que discute a história das Constituições brasileiras. Nós já estamos na nossa 7ª constituição. Confira e amplie seus conhecimentos e históricos acerca da nossa Lei maior!
01/08/2016
Correspondência entre o desenvolvimento da inteligência e o desenvolvimento segundo Jean Piaget
31/07/2016
29/07/2016
O surgimento da Didática
28/07/2016
Diferença entre Distúrbios, transtornos, dificuldades e problemas de aprendizagem
![]() |
| Reprodução: http://www.coisademae.com |
Roda dos Expostos da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo
| Roda dos expostos Fonte: Museu da Santa Casa de São Paulo |
"A Roda dos Expostos de são Paulo, foi instituída em 1825 pelo então Provedor da Irmandade, que era
o primeiro Governador de São Paulo, Lucas Antonio Monteiro de Barros ( Visconde de Congonhas do
Campo ). Era formada por um mecanismo simples: um cilindro de madeira, fechado de um dos lados
e com pequena abertura do lado oposto, girando em torno de um eixo, com um sino. Sua finalidade
era receber crianças abandonadas. 'Vidas a serviço da vida', este era o propósito principal da congregação
de São José de Chambéry, as Irmãs de Caridade participaram ativamente no processo de
assistência ao menor abandonado. Quando uma criança era depositada na roda e ela era girada, o
sino tocava e uma irmã recolhia o bebê, que passava a ser de responsabilidade da Irmandade para
cuidados, alimentação e educação.
A Roda, devido ao código de menores e as leis de assistência e proteção a infância, determinou sua
extinção, desativada em 1950, mas a Irmandade continuou recebendo crianças até 1960.
No pedestal que suporta a roda, estão livros de registros com 4.696 crianças atendidas, além de nomes
de amas de leite que as amamentaram" (Retirado do site do Museu: http://www.santacasasp.org.br).
26/07/2016
Método Mútuo
Reprodução: https://historiadaeducacaobrasileira.wordpress.com "A descrição de Francisco Larroyo torna bastante compreensível como o método de ensino mútuo se dava na prática: “os alunos de toda uma escola se dividem em grupos que ficam sob a direção imediata dos alunos mais adiantados, os quais instruem a seus colegas na leitura, escrita, cálculo e catecismo, do mesmo modo como foram ensinados pelo mestre horas antes. Estes alunos auxiliares se denominam monitores. Além dos monitores há na classe outro funcionário importante: o inspetor, que se encarrega de vigiar os monitores, de entregar a estes e deles recolher os utensílios de ensino, e de apontar ao professor os que devem ser premiados ou corrigidos. Um severo sistema de castigos e prêmios mantém a disciplina entre os alunos. O mestre se assemelha a um chefe de fábrica que tudo vigia e que intervém nos casos difíceis. Não dá lições senão a monitores e aos jovens que desejem converter-se em professores.” (Ribeiro, 2000, p. 46). Portanto, o método de ensino mútuo tem como característica principal o fato de utilizar os próprios alunos como auxiliares do professor. Dentre as condições materiais necessárias estão: a existência de um amplo espaço, um professor, com a ajuda dos alunos mais adiantados. Satisfeitas estas necessidades seria possível instruir até mil alunos em uma única escola. O tempo de aprendizagem das primeiras letras seria bastante abreviado pois os alunos estariam o tempo todo ocupados e vigiados pelos colegas. Essa economia de tempo representaria também uma economia de recursos econômicos, pois seriam necessários poucos professores. Além disso, seria possível instruir até mil alunos em uma única escola. O tempo de aprendizagem das primeiras letras seria bastante abreviado pois os alunos estariam o tempo todo ocupados e vigiados pelos colegas. Essa economia de tempo representaria também uma economia de recursos econômicos, pois seriam necessários poucos professores. Além disso, seria possível generalizar a instrução necessária às classes inferiores da sociedade" (Verbete elaborado por Ana Paula Seco).
Extraído com site http://www.histedbr.fe.unicamp.br/navegando/glossario/verb_c_metodo_lancaster.htm
22/07/2016
21/07/2016
Escola Normal de São Paulo
20/07/2016
Apontamentos sobre a escolarização feminina paulista no século XIX
Comentário do texto: HISLDORF,
Maria Lúcia Spedo. 2001. Construindo a escolaridade em São Paulo (1820-1840).
In: VIDAL, Diana Gonçalves, PRADO, Maria Ligia C. (orgs). À margem dos 500
anos: reflexões irreverentes. São Paulo: EDUSP.
Neste
texto Maria Lúcia Spedo Hilsdorf discute temas da História da Educação paulista
do início do século XIX ligados à reconstituição, por meio de registros
escritos, “de uma sociedade ainda oralizada, de relação face to face,
que foi envolvida em um movimento de lento, conflituoso, mas tentacular” (p.
186) de substituição das várias formas de educação praticadas, pela forma
escolar.
![]() |
Sede da Chácara dos Ingleses, onde a partir de 1825 funcionaria
o Hospital da Santa Casa e o Seminário da Gloria.
Aquarela de Edmond Pink, 1823
Reprodução: http://historiaehistoria.com.br
|
O Estado e a hierarquia
eclesiástica, os criadores do Seminário, desejavam que as meninas aí abrigadas
se tornassem mães e esposas pela educação e instrução. Para isso, indicavam no
Estatuto que o diretor fosse pessoa temente a Deus, de vida exemplar, com
conhecimentos necessários para ensinar a ler e escrever, fiar e coser. Para que
o Estatuto fosse cumprido, faziam pressão junto aos diretores e regentes.
Contudo, os relatórios apresentados mostravam que as exigências não eram
cumpridas. Entre os anos de 1826 e 1827, por exemplo, as meninas aprenderam
apenas ler, costurar, a amarrar pussá, engomar, bordar, fazer flores e crivo e
fiar algodão, não atingiram, assim, segundo Hilsdorf, uma escolarização
elementar (p. 197).
Segundo a autora, essa
fragilidade do ensino pode ser considerada como uma manifestação de uma
sociedade oral, ligada ao componente ascético da devoção beata e popular,
reprimida pelo governo ilustrado e pelo clero iluminista, porém incutido no
cotidiano do Seminário (p. 198). Dona Eliziária Espínola, uma das primeiras
diretoras, foi acusada, por exemplo, de dirigir o Seminário como se esse fosse
um recolhimento, pois enclausurava as meninas, educava-as como se fossem
religiosas. Em sua defesa, a referida diretora, afirmou apenas que assim agia
devido a sua sensibilidade (Hilsdorf, p. 198) e deixou a direção da
instituição.
Assinar:
Postagens (Atom)












