30/10/2023

PAZ

Quando estiveres abatido,

Feche os olhos,

Respire e visualize

O vento deslizando

Nas flores calmas

Do Campo.

A paz, acredite, te alcançará

Num instante.


 

21/07/2022

RESUMO DE CITAÇÃO DA INTRODUÇÃO E PRIMEIRO CAPÍTULO DO LIVRO "AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR" Cipriano Carlos Luckesi

 Introdução

- “Neste livro, reúno um conjunto de artigos publicados ao longo dos anos de trabalho com avaliação da aprendizagem escolar. Neles se fazem presentes estudos críticos sobre a prática da avaliação da aprendizagem na escola, bem como proposições e encaminhamentos”.

- O autor relata o percurso acadêmico e com o tema da avaliação foi se tronando um objeto de estudo para ele.

- “(...) Já não me interessavam muito as questões técnicas; assediavam-me à mente e ao coração questões teóricas mais abrangentes; como a filosofia da avaliação da aprendizagem”.

- “Havia um capítulo intitulado ‘Compressão filosófica da educação: avaliação da aprendizagem’, no qual, dando sequência às minhas meditações anteriores, demonstrava que a prática da avaliação da aprendizagem não se dava em separado do projeto pedagógico, mas sim o retratava. Epistemologicamente, a avaliação não existe por si, mas para a atividade a qual serve, e ganha as conotações filosóficas, políticas e técnicas da atividade que subsidia”.

- “Discuti, então, como a avaliação da aprendizagem se manifestava como um lugar de práticas autoritárias na relação pedagógica, traduzindo um modelo de sociedade”.    

- “Propus, então, a avaliação diagnóstica como uma saída para o modo autoritário de agir na prática educativa em avaliação, e como meio de auxiliar a construção de uma educação que estivesse a favor da democratização da sociedade”.

- “Ainda em 1984, além de aprofundar a compreensão da avaliação da aprendizagem em seu viés autoritário, comecei a trabalhar na articulação da avaliação como o processo de ensino, numa perspectiva construtiva. Fui, nesse ano, convidado pelo professor José Carlos Libâneo a participar de um Simpósio na III Conferência Brasileira de Educação (CBE), que se realizaria em Niterói. Para acompanhar a exposição, escrevi um texto como o tema. Trabalhei nesse texto questões que me pareciam fundamentais para a didática, incluindo a avaliação. A avaliação da aprendizagem escola não poderia continuar a ser tratada como um elemento à parte, pois integra o processo didático de ensino-aprendizagem, como um de seus elementos constitutivos.

- “Organizei uma inicial compreensão sociopolítica da avaliação da aprendizagem e dei um passo na discussão de sua articulação no processo didático, subsidiando a construção bem-sucedida da aprendizagem”.

- “Apresentei uma dissertação intitulada ‘Por uma prática docente crítica e construtiva’, na qual, mais uma vez, tive a oportunidade de articular avaliação como projeto pedagógico, bem como com todo o processo de ensino. A avaliação foi então colocada a serviço da aprendizagem, no seu interior, constituindo-a, e não como um seu elemento externo”.

- “Ou seja: de um lado, estudei como a medida é necessária para a avaliação, mas também como a avaliação ultrapassa a medida em seu significado, oferecendo ao educador um suporte dinâmico a serviço da construção da aprendizagem bem-sucedida; de outro, estudei o erro como um elemento constitutivo da aprendizagem e não como algo que devesse ser recusado, ou, mais que isso, castigado”.

- “Em 1991, para participar da VI CBE que se realizou em São Paulo, na Faculdade de Educação da USP, escrevi um texto que recebeu o título ‘Avaliação da aprendizagem escolar: apontamentos sobre a pedagogia do exame’, no qual denunciei a atenção exacerbada de educandos, educadores, pais, administradores da educação ao fenômeno da promoção do educando de série em série em detrimento dos processos de construção da aprendizagem propriamente dita”.

-“(...) Desse mesmo ano, sob o título Avaliação da aprendizagem escolar: sendas percorridas, em que desenvolvi um estudo sobre a história da avaliação da aprendizagem nas pedagogias do seculo XVI ao XX, como também um estudo sobre a prática da avaliação da aprendizagem no Brasil. Abordei a avaliação da aprendizagem escolar nas pedagogias sob o enfoque de sua utilização disciplinar, tendo em vista a conformação do caráter dos educandos’.

Cap. 1 Avaliação da aprendizagem: apontamentos sobre a pedagogia do exame

- “O presente texto compõe-se de um conjunto de observações gerias sobre a prática da avaliação da aprendizagem na escola brasileira. São propriamente apontamentos”.

- “A característica que de imediato se evidencia na nossa prática educativa é de que a avaliação da aprendizagem ganhou um espaço tão amplo nos processos de ensino que nossa prática educativa escolar passou a ser direcionada por um ‘pedagogia do exame’”.

- Atividades docentes e discentes estão voltadas para um treinamento de “resolver provas”.

- “Para este texto, fixar-nos-emos na compreensão de que a prática pedagogia está polarizada pelas provas e exames. Esse é o tema sobre o qual declinamos os apontamentos subsequentes”.

- “Pais, sistemas de ensino, profissionais da educação, professores e alunos, todos têm suas atenções centradas na promoção, ou não, do estudante de uma série de escolaridade para outra”.

- “O nosso exercício pedagógico escolar é atravessado mais por uma pedagogia do exame que por uma pedagogia do ensino/aprendizagem”.

- Atenção na promoção (alunos desde o inicio do ano letivo):

“Durante o ano letivo, as notas vão sendo observadas, médias vão sendo obtidas. O que predomina é a nota: não importa como elas foram obtidas nem por quais caminhos. São operadas e manipuladas como se nada tivessem a ver com o percurso ativo do processo de aprendizagem”;

- Atenção nas provas (professores, provas como instrumentos de ameaças e torturas prévias dos alunos, elemento motivador).

- “Após algum tempo, lá vai ele: ‘as questões da prova são todas do livro que estamos utilizando, mas são difíceis. Se preparem! E assim por diante... Sadismo homeopático!”.

- “Essas e outras expressões, de quilate semelhante, são comuns no cotidiano da sala de aula, especialmente na escolaridade básica e média, e mais tarde na universitária. Elas demonstram o quanto o professor utiliza-se das provas como um fator negativo de motivação. O estudante deverá se dedicar aos estudos e prazerosos de serem aprendidos, mas sim porque estão ameaçados por uma prova. O medo os levará a estudar”.   

- “Os pais estão voltados para a promoção (expectativas das notas dos seus filhos). Reunião de pais com um único professor num mesmo momento. O ritual é criado para que efetivamente não haja um encontro educativo. Então, em geral, os pais se satisfazem com as notas boas, que, por sua vez, estão articuladas com as provas, nas quais estão centrados professores e alunos”.

- O estabelecimento de ensino está centrado nos resultados das provas e exames (verificar mediantes as notas como estão os alunos).

- “A aparência dos quadros, por vezes, esconde mais do que a nossa imaginação é capaz de atentar. Mas essa aparência satisfaz, se for compatível com a expectativa que se tem. A dinâmica dos processos educativos permanece obnubilada, porém emergem dados estatísticos formais. Sua leitura pode ser crítica ou ingênua, dependendo das categorias com que forem lidos”.

- “O sistema social se contenta com as notas obtidas nos exames (está atento aos resultados gerais). Aparentemente, importa-lhes os resultados gerias: as notas, os quadros gerais de notas, as curvas estatísticas”.

- “Em síntese: os sistemas de exames, como suas consequências em termos de notas e suas manipulações, polarizam a todos. Os acontecimentos do processo de ensino e aprendizagem, seja para analisá-los criticamente, seja para encaminhá-los de forma mais significativa e vitalizante, permanecem adormecidos em um canto. De fato, a nossa prática educativa se pauta por uma ‘pedagogia do exame’ Se os alunos estão indo bem nas provas e obtém boas notas, o ais vai...”

·         Desdobramentos especialmente a relação professor-aluno

 

o   Provas para reprovar (professores elaboram suas provas para “provar” o aluno) – possibilita distorções, como ameaças, questões deslocadas do conteúdo ensinado ou com nível de complexidade mais, uso de linguagem incompreensível.

o   Pontos a mais e pontos a menos: promessas de pontos a mais ou a menos em atividades regulares ou extras, que não estão ligadas necessariamente ao conteúdo.

o   Uso da avaliação da aprendizagem como disciplinamento social dos alunos (ameaças, por si não têm nada a ver como o significado dos conteúdos escolares, mas sim com o disciplinamento social dos educandos, sob a égide do medo).

- Explicações

Esses fatos não se dão por acaso. Tais práticas já estavam nas pedagogias dos séculos XVI e XVII, no processo de emergência e cristalização da sociedade burguesa e perduram ainda hoje.

·         A pedagogia jesuítica

o   Tinham uma atenção especial com o ritual das provas e exames (ocasiões solenes pelas bancas examinadoras e procedimentos e publicação dos resultados, emulação ou pelo vitupério – atitude que pode ofender a honra de alguém- daí decorrente)

·         Pedagogia comeniana (Comênio):

o   insiste na atenção especial que se deve dar à educação como centro de interesse na ação do professor, mas não prescinde do uso de exames. Para ele o medo é um excelente fator para manter a atenção dos alunos. Como isso aprenderam com muita facilidade, sem fadiga e com economia de tempo.

·         Sociedade burguesa.

o   Além de vivemos ainda sob a hegemonia da pedagogia tradicional (os jesuítas chegaram ao Brasil, em 1549, com nosso ilustre Primeiro Governador Geral, Tome de Souza), estamos mergulhados nos processos econômicos, sociais e políticos da sociedade burguesa, no seio da qual a pedagogia tradicional emergiu e se cristalizou, traduzindo o seu espírito. Claro, muita água passou por baixo da ponte’.  

- “A sociedade burguesa aperfeiçoou seus mecanismos de controle: dentre eles a seletividade escolar. O medo e o fetiche são mecanismos imprescindíveis de uma sociedade que não opera na transparência, mas sim nos subterfúgios”.

Fetiche (para Luckesi a avaliação da aprendizagem se tornou)

-“Por fetiche entendemos uma ‘entidade’ criada pelo ser humano para atender a uma necessidade, mas que se torna independente dele e o domina, universalizando-se”.

- “A avaliação da aprendizagem escolar, além de ser praticada com uma tal independência do processo ensino-aprendizagem, vem ganhando foros de independência da relação professor-aluno. As provas e exames soa realizados conforme o interesse do professor ou do sistema de ensino. Nem sempre se leva em  consideração o que foi ensinado. Mais importante do que ser oportunidade de aprendizagem significativa, a avaliação tem sido uma oportunidade de prova de resistência do aluno aos ataques do professor. As notas são operadas como se nada tivessem a ver com a aprendizagem. As médias são médias entre números e não expressões de aprendizagens bem ou malsucedidas”.

- “No que se refere à aprovação ou reprovação, as médias são mais fortes do que a relação professor-aluno. Por vezes, um aluno vai ser reprovado por ‘décimos’; então, a responsabilidade já não está mais em suas mãos. Ou seja, uma relação entre coisas: as notas”.

 - As notas se tornaram divindade adorada tanto pelo professor quanto pelo aluno. Professor: quando são baixas por mostra sua lisura, mostrar poder. O aluno está à procura do “Santo Graal”, a nota, não pela aprendizagem satisfatória, ele quer a nota. A nota domina tudo: é em função dela que se vive na prática escolar.

·         O medo 

o   Importante no controle social (internalizado é freio às ações indesejáveis). Reiterado, gera modos permanentes e petrificados de ação. Daí, o Estado, a Igreja, a família e a escola utilizarem-se dele de forma exacerbada.

- “O castigo é o instrumento gerador do medo, seja ele, explícito ou velado. Hoje não estamos usando o castigo físico explícito, porém, estamos utilizando um castigo muito mais sutil – o psicológico. A ameaça é um castigo antecipado”.

- “Provavelmente mais pesado e significativo que o castigo físico, do ponto de vista do controle. A ameaça é um castigo psicológico que possui duração prolongada, na medida em que o sujeito poderá passar tempos ou até a vida toda sem vir a ser castigada, mas tem sobre sua cabeça a permanente ameaçada”.   

- Avaliação da aprendizagem nas escolas: papel de castigo permanente, por meio da ameaça.

·         Consequências

o   Pedagogicamente: centra a atenção nos exames, não auxilia a aprendizagem dos educandos.

- A função verdadeira da avaliação da aprendizagem seria auxiliar a construção da aprendizagem satisfatória: porém, como ela está centralizada nas provas e exames, secundariza o significado do ensino e da aprendizagem como atividades significativas em si mesmas e superestima os exames. Ou seja, pedagogicamente, a avaliação da aprendizagem, na medida em que estiver polarizada pelos exames, não cumprirá a sua função de subsidiar a decisão da melhoria da aprendizagem”.

·         Psicologicamente

o   Útil para desenvolver personalidades submissas, da autocensura. O fetiche inviabiliza tomar a realidade como limite da compreensão e das decisões da pessoa. 

- “De todos os tipos de controle, o autocontrole é a forma como os padrões externos cerceiam os sujeitos, sem que a coerção externa continue a ser exercitada. O autocontrole psicológico, talvez, seja a pior forma de controle, desde que o sujeito é presa de si mesmo. A internalização de padrões de conduta poderá ser positiva ou negativa para o sujeito”.

·         Sociologicamente

o   Da forma como é utilizada é útil para os processos de seletividade social.

- “No caso, a sociedade é estruturada em classes e, portanto, de modo desigual; a avaliação da aprendizagem, então, pode ser posta, sem a menos dificuldade, a favor do processo de seletividade, desde que utilizada independentemente da construção da própria aprendizagem. No caso, a avaliação está muito mais articulada com a reprovação do que com a aprovação e daí vem a sua contribuição para a seletividade social, que já existe independente dela. A seletividade social já está posta: a avaliação colabora com a correnteza, acrescentando maus um ‘fio d’água”.

 

29/05/2022

SOBRE NÃO DESISTIR DE SONHAR

 AINDA QUE DEMORE A REALIZAR SEU SONHO DE SER APROVADO, NÃO DESISTA! COM ESFORÇO, DISCIPLINA E ESTUDO, VENCERÁ!  





08/03/2022

SIMULADO RÁPIDO - LÍNGUA PORTUGUESA (VUNESP)

Leia a tira para responder às questões de números 01 a 03.



01. A fala dirigida ao menino no 4o quadrinho está estruturada com verbo no modo

(A) imperativo e consiste em um conselho ao garoto.

(B) indicativo e consiste em uma solicitação ao garoto.

(C) subjuntivo e consiste em um pedido ao garoto.

(D) indicativo e consiste em uma ordem ao garoto.

(E) imperativo e consiste em uma advertência ao garoto.

02. Em conformidade com a norma-padrão e com o sentido da tira, a fala do último quadrinho está corretamente parafraseada em:

(A) Esta escola tem cadeiras nas quais não se encontra encostos para a cabeça! Eu devia processar ela por lesão na cervical.

(B) Esta escola tem cadeiras nas quais não existe encostos para a cabeça! Eu devia processar-lhe por lesão na cervical.

(C) Esta escola tem cadeiras nas quais não há encostos para a cabeça! Eu devia processá-la por lesão na cervical.

(D) Esta escola tem cadeiras nas quais não há encostos para a cabeça! Eu devia processar-lhe por lesão na cervical.

(E) Esta escola tem cadeiras nas quais não existem encostos para a cabeça! Eu devia processar ela por lesão na cervical.

03. Na oração – Eu devia processar a escola por lesão na cervical –, a preposição destacada forma uma expressão em que o sentido é de

(A) lugar.

(B) comparação.

(C) causa.

(D) finalidade.

(E) consequência.

Gabarito

1 - E
2- C
3- C





07/03/2022

10 dicas para VOCÊ ter SUCESSO em concurso público


Já participei de vários concursos públicos na área educacional e venho desenvolvendo método de estudo que me ajuda a ser bem sucedida, o último foi
para vice-diretor da Prefeitura de Sorocaba, no qual obtive uma excelente colocação. Quero compartilhar com VOCÊ, que também almeja ser aprovado, algumas dicas que utilizo.

1- Leia o edital, principalmente os itens referentes à inscrição data da prova e recursos, horários, o que é permitido no dia da prova, composição da prova, bibliografia;

2- Localize na bibliografia o que já conhece (no tocante à legislação, recorra a sites oficiais e confira se está atualizada);

3- Leia o máximo da bibliografia no original (às vezes encontramos resumos, mas é importante o contado com o livro/artigo;

4- Organize a bibliografia por temas, esse procedimento ajuda muito por possibilitar articular os conteúdos e verificar o modo de "pensar" da Instituição que lançou o certame;

5- Encontre um lugar (calmo e organizado) e estabeleça um horário para estudar, mantenha uma rotina de estudo;

6- Ao estudar, desligue ou deixe o celular no silencioso,

7- Faça pausas regulares quando estiver estudando, por exemplo: faça um intervalo de 5 minutos a cada 30 minutos;

8- Organize suas anotações (mapas mentais, resumos, fichamentos), isso facilita a assimilação e a retomada do conteúdo quando necessário;

9- Elabore uma rotina de estudo que contemple os temas sugeridos no edital, tais como: conteúdo geral, legislação, conteúdo específico, redação. Acrescente a realização de simulados. Importante distribuir os temas ao longo da semana, considerando o estudo teórico e o prático (veja no link abaixo modelo de rotina que utilizo);

10- Acredite que VOCÊ é capaz.

LEMBRE-SE que o importante não é a quantidade de horas que se estuda, mas sim a QUALIDADE do estudo! Se for 30 minutos por dia, que seja produtivo!!!


(Republicação)

04/03/2022

Simulado rápido: LDB e conhecimento pedagógico


1- (Vunesp/2020) A Lei no 9.394, de 1996, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, define, em seu artigo 3o (terceiro), que o ensino será ministrado com base em alguns princípios e entre eles estão

(A) cumprimento dos dias letivos e horas-aula estabelecidos pelo calendário escolar federal; investimento no profissional da educação.

(B) valorização da experiência extra-escolar; a garantia do direito à educação e à aprendizagem ao longo da vida.

(C) educação infantil, obrigatória e gratuita, às crianças desde o nascimento até cinco anos de idade; pluralismo de ideias e de estratégias pedagógicas.

(D) atendimento educacional gratuito especializado aos educandos com deficiência, obrigatoriamente na rede regular de ensino; garantia de padrão mínimo de qualidade.

(E) oferta de educação escolar gratuita, regular e noturna para jovens e adultos; recenseamento bienal das crianças e dos adolescentes em idade escolar.

2- (Vunesp/2020) Na perspectiva de Luckesi (2011), em Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições, para que a avaliação sirva à democratização do ensino e cumpra uma perspectiva diagnóstica, entre outras ações, a avaliação diagnóstica

(A) deve ser assumida como um instrumento de compreensão do estágio de aprendizagem em que se encontra o aluno, visando tomar decisões suficientes e satisfatórias para que o aluno possa avançar no processo de aprendizagem.

(B) estabelece que a escola necessita trabalhar com a média de notas tiradas pelos alunos, evitando estabelecer padrões mínimos de aprendizagem; desse modo, mantêm-se neutralidade e rigor técnico na avaliação.

(C) requer que os instrumentos utilizados para avaliação sejam suprimidos do contexto educativo, utilizando-se para avaliação, unicamente, as conversas informais com o estudante e os registros da aula em seu caderno.

(D) determina que o docente não deve estabelecer padrões de expectativa em relação à aprendizagem dos alunos ou definir objetivos instrucionais, pois cada estudante apresenta um ritmo próprio de aprendizagem.

 (E) pressupõe que a sua adoção pela escola deve contribuir tanto para a aprovação ou reprovação dos estudantes, como também para a classificação e para autocompreensão do aluno.

3- (Vunesp/2020) Segundo Morin (2003), “a supremacia do conhecimento fragmentado de acordo com as disciplinas impede frequentemente que se opere o vínculo entre as partes e a totalidade e deve ser substituída por um modo de conhecimento capaz de apreender os objetos em seu contexto, sua complexidade, seu conjunto”. Para o autor, “existe uma inadequação cada vez mais ampla, profunda e grave entre, de um lado, os saberes desunidos, divididos, compartimentados e, de outro lado, as realidades ou os problemas cada vez mais multidisciplinares, transversais, multidimensionais, transnacionais, globais e planetários”. De acordo com Morin, a educação deverá tornar evidente: o contexto, o global, o multidimensional, o complexo, para

(A) ensinar a identidade terrena.

(B) superar a cegueira do conhecimento: o erro e a desilusão.

(C) enfrentar as certezas.

(D) que o conhecimento seja pertinente.

(E) disseminar a ética do gênero humano.

4- (Vunesp/2020) Segundo Martha Kohl de Oliveira (1995), Vygotsky trabalha um domínio da atividade infantil que tem explícita relação com o desenvolvimento, que é “o brinquedo”, sendo que quando o autor discute sobre o brinquedo, está se referindo à brincadeira de “faz de conta”. A esse respeito, tendo como referência a obra de Vygotsky, Oliveira afirma que:

(A) na brincadeira, a criança une objeto e significado e, ao mesmo tempo, a criança comporta-se no brinquedo de forma mais atrasada do que nas atividades da vida real e, por isso, cabe à escola desenvolver a maturidade infantil.

(B) ao brincar com um tijolinho de madeira como se fosse um carrinho, por exemplo, a criança se relaciona com o significado em questão (a ideia de carro), e não com o objeto concreto que tem nas mãos.

(C) o brinquedo cria zona de desenvolvimento proximal (ZDP) na criança apenas quando ela participa de jogos com regras tradicionais, como a amarelinha; por outro lado, a criação da situação imaginária pela criança não cria uma ZDP.

(D) numa situação de brincadeira de faz de conta, a criança de seis anos, por exemplo, é levada a agir pelos elementos reais concretamente presentes, onde o significado é definido, necessariamente, pelo uso real dos objetos.

(E) o brinquedo ou a brincadeira de faz de conta são situações desprovidas de regras; em uma brincadeira de escolinha, por exemplo, as atividades desenvolvidas não correspondem àquelas ocorridas em uma escola real.


Gabarito

1- B

2- A

3- D

4- B

 


09/02/2022

RESUMO do 1º capítulo do livro Avaliação da Aprendizagem (Luckesi)

 

Cap. 1 - Avaliação da aprendizagem: apontamentos sobre a pedagogia do exame

       Luckesi ressalta que o texto (capítulo) é composto por apontamentos acerca de observações gerais sobre a prática da avaliação da aprendizagem na escola brasileira.

       A característica que de imediato se evidencia na nossa prática educativa é de que a avaliação da aprendizagem ganhou um espaço tão amplo nos processos de ensino que nossa prática educativa escolar passou a ser direcionada por um ‘pedagogia do exame’.

       Propõe que o tema a ser analisado seja a compreensão de que a prática pedagógica está polarizada pelas provas e exames.

       O nosso exercício pedagógico escolar é atravessado mais por uma pedagogia do exame que por uma pedagogia do ensino/aprendizagem.

Atenção nas provas (professores, provas como instrumentos de ameaças e torturas prévias dos alunos, elemento motivador)

       Atividades docentes e discentes: treinamento de “resolver provas”.

       Os pais:  promoção

       O estabelecimento de ensino: resultados das provas e exames.

       “O sistema social: está atento aos resultados gerais.

       “Em síntese: os sistemas de exames, como suas consequências em termos de notas e suas manipulações, polarizam a todos. Os acontecimentos do processo de ensino e aprendizagem, seja para analisá-los criticamente, seja para encaminhá-los de forma mais significativa e vitalizante, permanecem adormecidos em um canto. De fato, a nossa prática educativa se pauta por uma ‘pedagogia do exame’. Se os alunos estão indo bem nas provas e obtém boas notas, o ais vai...”

       Desdobramentos especialmente na relação professor-aluno

       Provas para reprovar

       Pontos a mais e pontos a menos

       Uso da avaliação da aprendizagem como disciplinamento social dos alunos (égide do medo).

       Explicações

       Esses fatos não se dão por acaso. Tais práticas já estavam nas pedagogias dos séculos XVI e XVII, no processo de emergência e cristalização da sociedade burguesa e perduram ainda hoje.

       A pedagogia jesuítica

       Tinha uma atenção especial com o ritual das provas e exames

       Pedagogia comeniana (Comênio):

       insiste na atenção especial que se deve dar à educação como centro de interesse na ação do professor, mas não prescinde do uso de exames.

       Para ele o medo é um excelente fator para manter a atenção dos alunos.

       Sociedade burguesa

Além de vivermos ainda sob a hegemonia da pedagogia tradicional (os jesuítas chegaram ao Brasil, em 1549, com nosso ilustre Primeiro Governador Geral, Tome de Souza), estamos mergulhados nos processos econômicos, sociais e políticos da sociedade burguesa, no seio da qual a pedagogia tradicional emergiu e se cristalizou, traduzindo o seu espirito.

       A sociedade burguesa aperfeiçoou seus mecanismos de controle:

o   dentre eles a seletividade escolar;

o   O medo e o fetiche.

o   Fetiche

o   “uma ‘entidade’ criada pelo ser humano para atender a uma necessidade, mas que se torna independente dele e o domina, universalizando-se”.

o   “A avaliação da aprendizagem escolar, além de ser praticada com uma tal independência do processo ensino-aprendizagem, vem ganhando foros de independência da relação professor-aluno. As provas e exames são realizados conforme o interesse do professor ou do sistema de ensino. Nem sempre se leva em consideração o que foi ensinado. Mais importante do que ser oportunidade de aprendizagem significativa, a avaliação tem sido uma oportunidade de prova de resistência do aluno aos ataques do professor. As notas são operadas como se nada tivessem a ver com a aprendizagem. As médias são médias entre números e não expressões de aprendizagens bem ou malsucedidas”.

o   “No que se refere à aprovação ou reprovação, as médias são mais fortes do que a relação professor-aluno.

o   As notas se tornaram divindade adorada tanto pelo professor quanto pelo aluno.

o   O medo

o   Importante no controle social (internalizado é freio às ações indesejáveis). Reiterado, gera modos permanentes e petrificados de ação. Daí, o Estado, a Igreja, a família e a escola utilizarem-se dele de forma exacerbada.

o   “O castigo é o instrumento gerador do medo, seja ele, explícito ou velado. Hoje não estamos usando o castigo físico explícito, porém, estamos utilizando um castigo muito mais sutil – o psicológico. A ameaça é um castigo antecipado”.

o   Avaliação da aprendizagem nas escolas: papel de castigo permanente, por meio da ameaça.

o   Consequências

o   Pedagogicamente: centra a atenção nos exames, não auxilia a aprendizagem dos educandos.

o   Psicologicamente

o   Útil para desenvolver personalidades submissas, da autocensura. O fetiche inviabiliza tomar a realidade como limite da compreensão e das decisões da pessoa.

o   Sociologicamente

o   Da forma como é utilizada é útil para os processos de seletividade social.

 

15/02/2020

E-BOOK - simulado com 30 questões (Legislação educacional)

Abaixe agora mesmo e-book com simulado com 30 questões sobre legislação educacional. Veja uma das questões.

 E-BOOK com simulado com 30 questões (legislação educacional)

20- (IBFC/2019)

Segundo a Resolução CNE/CP nº2/2017 que institui e orienta a implantação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a ser respeitada obrigatoriamente ao longo das etapas e respectivas modalidades no âmbito da Educação Básica, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).

( ) A BNCC, como documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais como direito das crianças e adolescentes, excetuando-se os adultos, que terão norteador curricular diferenciado, no âmbito da Educação Básica escolar.
( ) No âmbito da BNCC, competência é definida como a mobilização de conhecimentos (conceitos e procedimentos), habilidades (práticas cognitivas e socioemocionais), atitudes e valores, para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do pleno exercício da cidadania e do mundo do trabalho.
( ) As escolas indígenas e quilombolas terão no seu núcleo comum curricular suas línguas, saberes e pedagogias, além das áreas do conhecimento, das competências e habilidades correspondentes, de exigência nacional da BNCC.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

(A) V, V, F
(B) F, V, V
(C) V, F, F
(D) F, F, V 

30/01/2020

SIMULADO com 9 questões - conhecimento pedagógico

1- (IF-SP/2018) No livro Documentos de Identidade: uma introdução às teorias do currículo, Tomaz Tadeu da Silva, argumenta que um currículo crítico inspirado nas teorias sociais que questionam a construção social da raça e da etnia também evitariam tratar a questão do racismo de uma forma simplista. Para o autor, o racismo não poderia ser tratado simplesmente como uma questão de preconceito individual, pois isso geraria uma pedagogia e um currículo centrados numa simples “terapêutica” de atitudes individuais consideradas erradas. Considerando tais argumentações, uma unidade educacional que estivesse diante de uma situação de racismo praticada entre estudantes, estaria alinhada corretamente com os pensamentos do teórico, se:

(A) Realizasse uma investigação da situação, ouvindo a todos os envolvidos, tendo como exclusivo resultado a aplicação das sanções previstas no regimento escolar aos estudantes agressores, pois a punição, tomada como exemplo, poderia inibir a prática de atos racistas por outros estudantes.
(B) Procurasse não dar visibilidade à situação, empreendendo esforços para que somente os envolvidos a conhecessem, pois se a atitude racista dos estudantes se tornasse pública, poderia inspirar outros estudantes a terem atitudes semelhantes.
(C) Investigasse a situação e como proposta de resolução para o conflito, solicitasse aos agressores que se desculpassem junto à vítima, comprometendo-se a não terem mais atitudes semelhantes, sensibilizando-os sobre os danos do racismo para quem o sofre.
(D) Propusesse, juntamente a outras medidas institucionais, uma ampla discussão sobre as causas institucionais, históricas e discursivas do racismo, procurando identificar o quê no currículo e nas práticas pedagógicas poderia minimizar ações desta natureza.

2- (IF-SP/2018) A obra de Paulo Freire “Pedagogia da Autonomia” está dividida em três capítulos: “Não há docência sem discência”; “Ensinar não é transferir conhecimento” e “Ensinar é uma especificidade humana”. Com isso o autor apresenta, analisa e discute uma série de características, conceitos e fundamentos sobre o ato de ensinar. Assinale a alternativa que contemple de forma correta alguns dos pressupostos desta obra sobre o ato de ensinar:

(A) Uma das tarefas primordiais dos educadores é trabalhar com os educandos a rigorosidade metódica com que devem se “aproximar” dos objetos cognoscíveis, isto é, a preocupação central da práxis pedagógica é a transmissão e assimilação de conteúdos para os sujeitos das classes populares. Afinal, esses sujeitos somente poderão superar a ingenuidade e ignorância por meio da apropriação dos conteúdos técnicos.
(B) Ensinar exige criticidade e pesquisa. Assim, para aproximar o mundo do conhecimento das classes trabalhadoras é preciso abandonar e negar o senso comum de modo a superar a visão ingênua para construir, por meio da ciência, a visão crítica, capaz de questionar as relações sociais.
(C) É possível e desejável que os estudantes das classes trabalhadoras se tornem leitores críticos da realidade, a partir dos ensinamentos dos professores. O educador estabelece como educando uma relação educador-educando no qual o conhecimento advém daquele que já percorreu uma trajetória acadêmica, isto é, o educador. Cabe ao educador instigar a curiosidade crítica para que o educando seja capaz de superar a realidade imediata.
(D) Ensinar inexiste sem aprender e vice-versa e foi aprendendo socialmente que, historicamente, mulheres e homens descobriram que era possível ensinar. Não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino. Enquanto ensino continuo buscando, reprocurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para constatar, constatando, intervenho, intervindo, educo e me educo.

3- (IF-SP/2018) Freire (2011, p.49) aponta que “o clima do pensar certo não tem nada a ver com o das fórmulas pré-estabelecidas, mas seria a negação do pensar certo se pretendêssemos forjá-lo na atmosfera da licenciosidade ou do espontaneísmo”. Assinale a alternativa que apresenta corretamente a relação entre “pensar certo” e “método” para Freire (2011):

(A) Não há pensar certo sem considerar o materialismo histórico-dialético.
(B) O método escolhido pelo sujeito determina seu pensar certo.
(C) Sem rigorosidade metodológica não há pensar certo.
(D) O pensar certo é possível a partir do método que lhe confere veracidade.

 4- (IF-SP/2015)Sobre avaliação da aprendizagem, à luz de Antoni Zabala em seu livro “A prática educativa: como ensinar”, é correto afirmar que:

(A) A avaliação deve ter por objetivo prioritário mensurar os resultados obtidos pelos alunos com o intuito de classificá-los.
(B) Em uma concepção de educação propedêutica e seletiva, e um ensino uniformizador e transmissor, o objeto da avaliação será o processo de aprendizagem de cada estudante, considerando sua diversidade.
(C) A avaliação formativa compreende as seguintes fases: avaliação inicial, planejamento, adequação do plano (avaliação reguladora), avaliação final e avaliação integradora.
(D) As atividades para conhecer qual é a compreensão de um conceito podem se basear na repetição de definições, permitindo averiguar se o aluno foi capaz de integrar o conhecimento em suas estruturas interpretativas.
(E) Não é possível avaliar conteúdos atitudinais devido à subjetividade do avaliador, sendo impossível estabelecer avaliações exatas.

5- (IF-SP/2018) De acordo com Gimeno Sacristán (1998):

(A) O currículo representa a listagem de conteúdos a serem ensinados na escola.
(B) Existe uma correspondência total entre o que é saber externo que potencialmente pode ser transmitido e a elaboração que se faz dos saberes contidos no currículo.
(C) Livros-textos, guias didáticos ou materiais diversos não integram o currículo.
(D) O papel do professor é o de aplicar o currículo elaborado em outras instâncias.
(E) Ao lado do currículo que se diz estar desenvolvendo, existe outro que funciona subterraneamente, denominado oculto.

6- (IF-SP/2018)Segundo Paulo Freire, em seu livro “Pedagogia da Autonomia”, ensinar não é transferir conhecimento. Ensinar exige:

I. Humildade, tolerância e luta em defesa dos direitos dos educandos.
II. Convicção de que a flexibilização do plano de aula é realizada sempre no início do ano/semestre letivo junto com o Plano Político Pedagógico do Curso.
III. Respeito a autonomia do ser do educando.
IV. Ênfase na exclusividade do ensino do conteúdo.
V. Que no processo ensino-aprendizagem não importam as experiências informais das ruas e trabalho, mas sim as experiências vividas em salas de aula.

Segundo Paulo Freire, estariam incorretas somente a(s) alternativa(s):

(A) II, IV e V.
(B) II, III e IV.
(C) I, III e V.
(D) I, II e III.
(E) I, II e V.

7- (IF-SP/2018) Leia as afirmativas a seguir, extraídas do livro “Piaget, Vygostky e Wallon: teorias psicogenéticas em discussão” (LA TAILLE, Y.; DANTAS, H.; OLIVEIRA, M. K.,1992).

I. “A linguagem humana, sistema simbólico fundamental na mediação entre sujeito e objeto de conhecimento, tem duas funções básicas: a de intercâmbio social e a de pensamento generalizante.”
II. “Vê-se portanto que não se trata de traçar uma fronteira entre o social e o não social, mas sim de, a partir de uma característica importante das relações possíveis entre pessoas de nível operatório - que representa o grau mínimo de socialização do pensamento -, comparar graus anteriores de socialização.”
III. “No antagonismo entre motor e mental, ao longo do processo de fortalecimento deste último, por ocasião da aquisição crescente do domínio dos signos culturais, a motricidade em sua dimensão cinética tende a se reduzir, a se virtualizar em ato mental.”

Assinale a alternativa que apresenta, na ordem correta, os teóricos a que cada uma das afirmativas faz referência.

(A) I - Vygotsky; II- Piaget; III- Wallon.
(B) I - Piaget; II- Wallon; III- Vygotsky.
(C) I - Wallon; II- Vygotsky; III- Piaget.
(D) I- Vygotsky; II- Wallon; III- Piaget.
(E) I - Piaget; II - Vygotsky; III- Wallon.

8- (IF-SP/2018) Levando-se em conta as correntes modernas sobre currículo, elencadas no livro “Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo”, de Tomaz Tadeu da Silva, pode-se inferir que:

I. O currículo é neutro e o que se ensina na escola é o conhecimento historicamente necessário para a formação de cidadãos para o mercado de trabalho.
II. A escola não produz novo conhecimento, mas transforma o conhecimento científico em conhecimento escolar.
III. O currículo cria relações de poder.
IV. Na concepção crítica, o currículo é construído no desenvolver das relações, ele produz e contesta cultura. São corretas somente as afirmativas:

(A) III e IV.
(B) I e III.
(C) II e IV.
(D) II e III.
(E) I e IV.

9- (IF-SP/2018) Sobre os modos de organização curricular apresentados por Antoni Zabala na obra “A prática educativa: como ensinar”, leia as afirmativas a seguir.

I. A diferença básica entre os modelos organizativos disciplinares e os métodos globalizados está em que nestes últimos as disciplinas nunca são a finalidade básica do ensino, senão que têm a função de proporcionar os meios ou instrumentos que devem favorecer a realização dos objetivos educacionais.
II. A interdisciplinaridade é a interação entre duas ou mais disciplinas, que pode ir desde a simples comunicação de ideias até a integração recíproca dos conceitos fundamentais.
III. No enfoque globalizador, uma aula de matemática partiria de uma situação da realidade cuja solução exigisse o uso de recursos matemáticos.

(A) Apenas a afirmativa I está correta.
(B) Apenas a afirmativa II está correta.
(C) Apenas a afirmativa III está correta.
(D) Todas as afirmativas estão corretas.
(E) Apenas duas afirmativas estão corretas.

Gabarito

1- D
2- D
3- C
4- C
5- E
6- A
7- A
8- A
9- D